sábado, 13 de janeiro de 2018

O Sexo e os Jovens Cristãos

A segunda etapa da pesquisa realizada no Brasil pelo BEPEC – Bureau de Pesquisa e Estatística Cristã chamada de “O Crente e o Sexo” mostrou que entre os jovens brasileiros também não estão muito envolvidos nas campanhas que pregam sexo só depois do casamento.
O estudo recebeu 6.721 respostas de evangélicos solteiros de diversas denominações e concluiu que 66,13% deles já praticaram sexo. O número é menor quando separado por idade, entre os evangélicos com idade entre 16 e 24 apenas 40,25% já praticaram sexo.
Interessante notar que nesta pesquisa, 54,57% afirmam que a prática sexual ocorreu depois da conversão e 45,43% responderam que não eram mais virgens quando se tornaram evangélicos. De acordo com essa pesquisa, 64,58% continuaram a manter relações sexuais mesmo depois de se associar a uma denominação.
Sem dúvida, a gravidez indesejada é apenas uma das consequências da orientação sexual errada dos jovens na sociedade de hoje. Deveria ser óbvio que a atitude prevalecente sobre o sexo pré-marital e extraconjugal na cultura que nos cerca traz muitos problemas.
A triste notícia é que os cristãos têm fingido que mantêm uma moral elevada quanto ao sexo, mas até mesmo eles estão comprando a mensagem de que o sexo fora do casamento está certo. Muitos ainda veem o sexo fora do casamento como errado, mas isso é visto por muitos outros como arcaico e fora de moda.
A crença de que o sexo deve ser reservado ao casamento é assim tão rígida? Esta seria a pergunta certa a fazer: Qual é a opinião de Deus sobre o sexo e como deveríamos reagir a ela?

O sexo é pecado?

A Palavra de Deus, a Bíblia, é muito franca sobre o sexo. Deus inspirou o registro de alguns exemplos errados de comportamento sexual: O rei Davi cometeu adultério com Bate-Seba; Ló cometeu incesto com suas filhas; Sansão tinha uma atitude devassa e luxuriosa em relação às mulheres, e isso lhe custaram os olhos e sua própria vida. Esses relatos ilustram as graves consequências que podem vir com o sexo fora do casamento.
O sexo em si, planejado por Deus, não é pecado. Porém, o uso indevido do sexo é pecaminoso.
Aqui está o que Deus planejou para o casamento e o sexo — que devem ser nessa ordem:
No princípio, Ele criou a humanidade como homem e mulher — por uma razão (Gênesis 1:27).
Ele fez os dois primeiros seres humanos, Adão e Eva, marido e mulher — ou seja, “uma só carne” (Gênesis 2:24).
Ele os abençoou e disse-lhes para encher a terra com sua família — o que implicou e exigiu o sexo no casamento (Gênesis 1:28).
A união sexual no casamento é para ser “digno de honra” (Hebreus 13:4).
Sabemos que Deus estava falando de uma união sexual porque Ele inspirou o apóstolo Paulo a escrever que uma relação sexual fora do casamento é semelhante — mas imoral — a ser uma só carne (1 Coríntios 6:16).
Novamente, o sexo em si não é o problema. Deus, por Seu amor divino, deu à humanidade esse relacionamento poderoso e maravilhoso. O problema é quando algo planejado para o nosso bem é usado de forma egoísta e errada. Deus nos diz para esperar até o momento certo para ter relação sexual em nosso próprio casamento: “Não despertem nem provoquem o amor enquanto ele não o quiser” (Cantares de Salomão 2:7, NVI). Ou seja, enquanto não estiver pronto, pois, não é justo até que os votos sejam trocados no casamento!

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Os 10 Maiores Problemas dos Adolescentes

Mais uma vez estava eu navegando pela rede mundial, quando encontrei uma pesquisa sobre adolescentes feita por John Brandon, um norte-americano que trabalha com adolescentes de uma comunidade religiosa do Minnesota. Estou colocando abaixo para leitura e reflexão a respeito do tema
 Os 10 Principais Problemas dos Adolescentes
Se você trabalha com adolescentes do ensino médio, provavelmente irá confrontar algumas questões muito difíceis: gravidez, uso de drogas, violência, sérios conflitos familiares e todos os tipos de crises. Se você trabalha com essa faixa etária, sabe também que, muitas vezes e com freqüência, o pior problema que eles enfrentam é saber se as meias e os sapatos estão combinando. É sério!
Naturalmente, esta é uma verdade universal – alguns adolescentes já estão enfrentando essas questões. Felizmente, são raros os dados estatísticos que relatam meninas de 11 anos grávidas ou meninos nessa faixa etária usando cocaína.
Esses jovens estão no começo de sua trajetória e é por isso que amo o trabalho que realizo com eles por 15 anos. A maioria ainda não fez escolhas significativas que marcarão profundamente sua vida futura.
Cerca de dois anos atrás, decidi iniciar uma relação com os problemas mais comuns enfrentado por nosso ministério com esse grupo. A primeira descoberta: Uma adolescente irá ligar a qualquer hora, do dia ou da noite, para falar a respeito de suas espinhas. Aprendi também que a maioria deles parece passar por um ciclo de problemas previsíveis. Se o Antonio está tendo problemas no relacionamento com uma menina, provavelmente enfrentará o mesmo problema seis meses depois.
Na minha relação, inicio com as 10 lutas mais comuns por eles enfrentadas. Incluí com cada luta uma sugestão de como tratá-la, extraída de nossos esforços algumas vezes bem-sucedidos.
1. Falta de Amigos  
– Facilmente, este é o problema número 1 enfrentado pelos adolescentes. Alguns deles têm tantos amigos que me pergunto como têm tempo para todas as mensagens que recebem. Mas muitos são solitários, e têm muito tempo para se questionar se alguém fará amizade com eles. Se o chamarão para participar dos jogos.
A maioria dos adolescentes simplesmente deseja ter um amigo. Você e os líderes adultos podem fazer isso. Mas deixe sua dignidade à porta. Você terá de fazer coisas que os jovens gostam, mesmo que isso signifique fazer guerra com pistola de água no parque local. Compareça aos eventos esportivos. Descubra seus hobbies e interesses, então lhes peça informação a respeito. Não tenha vergonha de convidá-los a participarem de seu mundo – se você pratica algum esporte, convide os jovens para jogarem juntos. Se você gosta de andar de bicicleta, organize um grupo para um passeio.
Ajude-os a encontrar outros jovens com os mesmos interesses. Veja que nenhum jovem fique sozinho na igreja. Busque fazer ligações entre eles.
2. Questões Sobre Sexo 
 – A maioria dos adolescentes não é obcecada por sexo. Antes estão interessados em quem “gosta” de quem. Passam por paixões passageiras e não vão além disso. Mesmo que estejam pensando em pôr em prática seus impulsos, a maioria não o faz.
Nossa função não é desestimular a promiscuidade sexual ou mesmo falar muito a respeito dos desejos ardentes ou das tentações, mas incentivar amizades saudáveis entre os sexos. Os rapazes precisam aprender a não serem egoístas, a serem menos dominadores e a serem mais atenciosos. As meninas precisam aprender a como respeitar os rapazes, mais do que já o fazem (isto inclui a escolha da roupa) e a restringir suas difamações e fofocas destrutivas. Enfatize o que fazer nos relacionamentos, em vez do que não fazer.
3. Problemas com os Pais 
 – Para alguns adolescentes o controle dos pais é uma grande preocupação. Alguns deles sentem que cada passo que dão é observado e condenado. Como pai, sei o que é controle excessivo. Estou convencido de que isso é prejudicial. Estou tentando aprender a como incentivar o bom comportamento e a como criar menos normas e regulamentos com meus filhos.
Permita que a liberdade reine em seu ministério. Quero dizer, dê liberdade para que eles sejam o que são – criativos, divertidos, sinceros na expressão de seus verdadeiros desejos a pessoas em quem podem confiar. Os adolescentes sob seus cuidados não necessitam de outro pai/mãe, ainda que pareçam que sim.
4. Pressões na Escola 
– O maior fator de estresse para os adolescentes é seu desempenho na escola. De acordo com a pesquisa do About.com,com mais de 6 mil adolescentes, “a pressão acadêmica” de longe é a maior fonte de estresse – mais de 4 em 10 adolescentes (43%) relataram isso.
Os relacionamentos com os colegas, ocasionalmente, leva-os a não dormirem à noite preocupados a respeito de que os amigos podem não mais gostar deles. A escola é um contínuo sugador emocional. Notas baixas levam a mais pressões do grupo e de sexo, a maior frustração com os pais e a mais ansiedade quanto a seu desempenho futuro. Isto é uma constante, pelo menos até o final do ano escolar.
Nossa função é compreender esses fatores estressantes e criar um espaço seguro para que sejam adolescentes. Isto se aplica especialmente aos líderes de jovens, que muitas vezes necessitam de maior liberdade para lidar com esse grupo. Uma mudança súbita no desempenho escolar é talvez o melhor sinal de que alguma coisa não está bem em sua vida - normalmente algo que está ocorrendo no lar.
5. Questões Quanto à Aparência 
 – Os adolescentes passam por mudanças radicais em sua aparência. Embora internamente estejam mudando tão rapidamente quanto a sua “aparência”, isso os afeta mais porque é o que todos notam primeiro. Em nossos eventos, sempre fico surpreendido ao ver que os adolescentes estão constantemente alisando a camiseta ou tocando seus cabelos. É como uma convenção pessoal de arrumar-se.
Descobri que o melhor a fazer é consistentemente cumprimentá-los por sua aparência. Bem, esse tipo de comportamento não é incentivado no mundo profissional regular, mas os adolescentes necessitam desse estímulo. Seja específico – na verdade, quanto mais específico, melhor. Por exemplo, “Gostei do novo visual de seu cabelo” ou “Que tênis legal!” ou “Na sua idade eu tinha sardas – minha esposa diz que as ama”, ou “Eu o vi tocando violão, você toca muito bem”. Suas palavras têm muito peso para eles. Se você não disser isso, talvez ninguém mais o fará.
6. Ataques Verbais 
 – Seu incentivo consistente e enfocado é vital por outros motivos também. O ar que os adolescentes respiram é saturado de palavras depreciativas, de apelidos e de palavras ferinas. Caso tenham preocupação quanto à aparência, podem encontrar muitos perseguidores que irão convencê-los nesse sentido. Já vi adolescentes zombarem de outro devido aos cabelos enrolados, e por aí vai.
Somos chamados a neutralizar esses ataques verbais com afirmações que falem de sua beleza interior. Pense em si mesmo como um Sherlock Holmes buscando evidência de que os adolescentes aos seus cuidados refletem a glória de Deus. Especificamente, busque e confirme neles os frutos do Espírito, conforme Gálatas 5:22: “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio”.
7. Há Algo Especial em Mim?
 – Alguns adolescentes ainda não descobriram um talento ou certos esportes ou instrumento musical, ou são desajeitados e sem graça, ou talvez não se saiam tão bem quanto os colegas em determinadas matérias na escola. Todo adolescente possui talentos – alguns simplesmente têm maior facilidade para descobri-los. Nossa função é ir a fundo com os adolescentes para descobrir quais são eles.
Sempre lhes pergunto o que gostariam de ser quando concluírem os estudos, em grande parte porque isso revela o que eles são e o que desejam ser. Uso as respostas como portas de acesso para seu mundo secreto, onde Deus lentamente está revelando suas tendências. Quando um deles diz: “Não faço a menor idéia”, fico um pouco preocupado visto que a maioria dos adolescentes gosta de falar a respeito de seus planos futuros e já têm boa noção do que apreciam ou não. Para esses tipos, sigo perguntando: “O que você dizia que gostaria de ser quando era criança?” ou “Quais são algumas das profissões ou estilos de vida que você respeito e admira?” ou “O que outra pessoa disse a seu respeito e que o fez se sentir bem?”
8. Problemas com a Culpa e a Vergonha
 – Muitos adolescentes não sabem como lidar com as conseqüências de seus pecados e algumas vezes praticam formas prejudiciais de arrependimento com base nas obras. É crucial que aprendam que o único “pagamento” aceitável por seus pecados é o sacrifício de Jesus na cruz, e que é exatamente o local aonde devem levar sua culpa ou vergonha. Ajude os adolescentes a compreenderem a diferença entre esquecer e perdoar, e mostre-lhes como confiar em Cristo para obterem o livramento.
9. Falta de Energia 
 Alguns adolescentes simplesmente ficam cansados com freqüência. É claro, provavelmente você também tem um grande contingente de chimpanzés. Se ficar atento, verá que há mais de um indolente. Conheço alguns adolescentes que ainda têm de tirar uma soneca à tarde – de verdade!
Assim sendo, reconheça a necessidade que têm de descansar. Estruture seus eventos e as reuniões semanais regulares com vistas a incluir intervalos, momentos de tranqüilidade ou mesmo de silêncio. Os adolescentes necessitam de mais tempo para fazer a digestão (tanto o alimento que ingerem quanto a sua mensagem) e de mais repouso do que os mais velhos.
10. Problemas? Que Problemas? 
 – Alguns adolescentes têm de lutar com um “desafio” estranho – não têm problemas tão graves que mereçam a sua atenção. Muitos deles têm problemas que vêm e vão num piscar de olhos. Ignore 99% desses problemas – poupe seu tempo e energia para o que realmente é sério. Isso significa não ser tão pronto para tentar ajudá-los. Dê-lhes a oportunidade de vencerem suas pequenas questões sem qualquer intervenção adulta.

O SEXO NA ADOLESCÊNCIA




A adolescência é um período cercado de mudanças, desafios, caracterizado por um período de desenvolvimento durante o qual o indivíduo realiza a transição da infância para a fase adulta normalmente entre os 13 e os 20 anos de idade.

As experiências sexuais passaram a ser comuns entre os adolescentes; a iniciar da masturbação realizada por meninos e meninas, estas podem ser iniciadas devido a curiosidade, expectativas sociais e mudanças fisiológicas e emocionais, normalmente suas consequências, quando este público não está bem orientado, são as doenças sexualmente transmissíveis e a gravidez. 

No Brasil, a primeira relação sexual tem sua média aos 15 anos, e já pode ser admitida como uma tendência generalizada. 

O maior perigo dessas relações precoces envolve a falta do uso de preservativo na primeira relação sexual. Tal fato persiste também em relação aos que já têm relacionamento estável e também é algo verificado entre os que têm relações sexuais de forma casual. 

As medidas governamentais de distribuição de camisinhas e explicações sobre seu uso promoveram, ao longo de anos de investimento, um aumento significativo do uso de preservativos em certas populações, mas a diminuição dessa ocorrência em praticantes sexuais com menos de 14 anos. 

A primeira relação sexual para a maioria dos jovens está ocorrendo com pessoas mais velhas, mas as meninas continuam em sua maioria se guardando para ter sua primeira relação com relacionamentos mais duradouros.

Percebeu-se também que a prática sexual ocorre cada vez mais cedo pelo aumento de mulheres no mercado de trabalho, esse aspecto alicerça e desenvolve o poder de liberdade sexual dos adolescentes – livres da vigilância materna e incentivados à autonomia e relativa independência – e traz para a organização social novo parâmetro para a iniciação sexual e reafirma as opções por diferentes medidas contraceptivas que distanciam o prazer da concepção 
Para que o sexo na adolescência venha realmente acompanhado de prazer e também de segurança é necessário o diálogo aberto entre pais e filhos e preparação psicológica desta pessoa que dará um grande passo para sua vida futura.

11 CONSELHOS PARA ADOLESCENTES


1) A vida não é fácil. Acostume-se com issoImagem relacionada
2) O mundo não está preocupado com sua autoestima. O mundo espera que você faça algo útil por ele antes que você possa sentir-se bem consigo mesmo.
3) Você não será vice-presidente de uma empresa com seu próprio carro a não ser que com seu próprio esforço consiga comprá-lo.


4) Se você acredita que seu professor é rígido, espere até ter um chefe. Ele não terá vocação para ensinar e nem paciência com você.
5) Vender papel usado ou trabalhar nos feriados não significa estar no último degrau da escala social. Os seus avós tinham outra palavra para definir essas situações: oportunidade.
6) Se você errar, não coloque a culpa em seus pais ou na má sorte. E não chore por seus erros, aprenda com eles.
7) Antes de você nascer, seus pais não eram tão críticos como agora. Eles ficaram assim por ter de pagar as suas contas, lavar suas roupas e ouvir você dizer que eles são ridículos. Por isso, antes de salvar o planeta para as futuras gerações, comece limpando o seu próprio quarto.
8) A escola pode ter eliminado a distinção entre excelentes, bons e medianos, mas a vida não é assim. Em muitas escolas os alunos não repetem mais de ano, as tarefas escolares estão cada vez mais fáceis e há muitas oportunidades para você ser aprovado. Isso não se parece em nada com a vida real. Nela, se você falhar será despedido.
9) A vida não está dividida em bimestres. Você não terá férias de verão e não encontrará quem te ajude a cumprir com suas tarefas, nem chefes interessados em ajudá-lo para que você encontre a si mesmo. Isso – e muito mais – você terá de fazer no seu tempo livre.
10) A televisão NÃO é a vida real. Na vida real, as pessoas têm que deixar os jogos, os bares, as festas e os amigos para ir trabalhar.
11) Seja amável com seus colegas que estudam bastante (aqueles que você e muitos outros consideram como nerds). É possível que você termine trabalhando para um deles.

O Sexo e os Jovens Cristãos

A segunda etapa da pesquisa realizada no Brasil pelo  BEPEC  – Bureau de Pesquisa e Estatística Cristã chamada de “O Crente e o Sexo” mos...